Cor, Alegria e Amor

Que a sua vida tenha cor, alegria e amor.

Entre, "sinta-se" e descubra quanta cor há em você!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Falando da Vida

Eu falo muito de mim, admito. E acho isto feio, também admito. Falo como se as pessoas tivessem interesse na minha vida, no que eu penso, no que acho e como se eu soubesse alguma coisa da vida. Parece auto promoção, vaidade (esta, eu admito, pela terceira vez, tenho um pouco além e brigo muito para ser melhor), egocentrismo, mas é só boa intenção.

Eu sinto leveza. E às vezes, esta leveza vem dos muitos passos pesados que já tive. Meus olhos, por muitas vezes, choraram dor. E ainda choram. Mas, eu vejo tanta cor! E é por isso que falo de mim. Tentando achar este monte cor que eu vejo, aí, nas tuas retinas. Na intenção pernóstica de que você tenha a leveza que sinto, pensando que o que eu sinto seja bom para todo mundo (outra coisa feia, porque eu sei que chocolate é uma delícia, mas nem todo mundo acha). De que você veja as cores que eu vejo. E que, de fato, você me sinta. Porque a gente só consegue sentir quem nos sente...


Das desculpas antecipadas e esfarrapadas, eu peço à você, que nem sempre acha elegante todos os desabafos constantes... E da culpa assumida, também peço a licença para compartilhar deste ou aquele ponto de vista, sempre colorido... E espero que, algum dia, você consiga enxergar e viver um pouco deste arco íris que vive aqui, no peito fajuto e crente de que a vida é bem mais do que podemos sentir...
É bom assumir felicidade!
D.A.




Você vai rir... sem perceber, Felicidade é só questão de ser!! :-)




segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Só Poesia


Às vezes, dói coração, sem doer.
E aquele tanto, que era mais do que de fato,
faz a falta que ecoa, vazio.
Alma branda, pranto leve, e o costume do frio.
Busco o dia, pra te ter, noite.
E o sentir, aquele arrepio... e todas as coincidências das “almas irmãs”,
Estão presos nas nossas poesias.

Débora Andrade





Comentando:
Hoje, reencontrei muitas palavras... Reli versos e rimas de gente muito querida e que insiste em não mais fazer parte da minha vida.  E me angustia este "porquê". Então,  reforço o exercício de compreender e aceito. 
Forço a vista até me rever... Ali, naqueles versos lindos... E, embora ali, sempre tivesse mais beleza do que de fato, eu via algo de mim, sim. Reconheço: - A beleza era toda dele! Grande poeta!.. "falível, parvo e mortal"...   Mas... tinha alguma coisa de mim... só porque era poesia...

Foi bom... Mas... como é dolorido perceber que, algumas coisas, só existem mesmo em versos e rimas...

domingo, 11 de novembro de 2012

Perdi quase tudo!

"Perdi as fotos, o teu telefone, os torpedos, os bilhetes, os cartões e declarações de amor... Perdi um pouco da voz, um pouco da rima, um tanto de sonhos... Perdi a rua da tua casa, o rumo da minha vida, a letra da nossa música... Perdi o medo de lagartixa, um pouco da vista, e meia dúzia de ilusões... Perdi até o medo de te perder... Mas, não consegui perder nossas lembranças..."

Débora Andrade

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Sol Nunca Dorme


" É também doce a espera pelo o arco-íris...

As tempestades se farão sempre... Inevitável...
Mas, nenhuma tempestade vai embora sem deixar o colorido que esperamos...

O Sol nunca dorme... "
Débora Andrade


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Comentando...


somos o que somos, (...)

"(...) Não somos o que pensamos ser.
Somos o que somos.
Sem ser muito, sem ser demais.
Até porque... Uma hora a banda passa
Mas a música não é a mesma de ontem.
O inverno chega... e aí, o cheiro é parecido com o de (2006).
E aí você já olhou sua foto na moldura e sentiu saudades.
Saudades do que você já foi.
E se pergunta onde escondeu aquele sorriso da foto.
E se olha. Compara as pessoas do espelho e da fotografia.
E se questiona: - É a mesma pessoa?
Duvida... mas reage aliando-se as certezas de sempre
Basta a essência de nós.
Somos o que somos.
Mas, estamos sempre...
Não há tempo para ser.
E só agora somos...
Com as retiscências...
E sem complementações.

Débora Andrade


E este é um barulho que vive na nossa cabeça. Os mistérios da existência... os motivos pelos quais viemos até aqui... O quanto somos compostos por lembranças, expectativas e o como podemos ser um pouquinho de quem convivemos, admiramos... No final... somos o que somos. E este "ser" só é possível porque, a maior parte do tempo, "estamos"...

Cor, Alegria e Amor para todos!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Recomendo...

http://atoca-do-coelho.blogspot.com.br/

A Toca Do Coelho é o Blog da minha amiga, Claudilene Neves, quem eu, íntima, chamo carinhosamente por Di. 

Di é uma fonte de inspiração... e eu me vejo nas nossas inúmeras diferenças... E a admiro tanto!!

Ela é avessa ao romance e abraça o amor. 
Ela é noite com raios de sol por entre as frestas do escuro. 
Ela é uma casa sem portas e que vive de janelas abertas. 
É Claudielene durante o horário comercial e Di, entre as prosas no sofá com as amigas.

Vale muito passar por aqui...



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Apaixone-se

"Apaixone-se"... Dormi e acordei com este barulho... Apaixone-se...

Pela vida, por você, pelo Sol, pela Chuva, pelas crianças, pelas águas dos rios, do mar...

APAIXONE - SE!

A vida tem mais encanto quando existe paixão... E acho, que a paixão é um exercício... E por isso, lembrei deste texto abaixo...



Corra Atrás das Borboletas

Às vezes a felicidade parece bem distante. E eu nunca gostei muito da história de esperar pelas borboletas. Sempre duvidei que algo chegasse até nós sem nenhum esforço ou sacrifício. Talvez seja por isso que eu tenha desenvolvido esta estranha maneira de viver.

Eu dou meus gritos, meus pulos, às vezes só sussurro... Mas eu corro, não admito cansaço e nem me dou a direito de ser triste por mais de 24 horas. Me viro. Dou meu jeito. Mas eu gosto mesmo é de ser feliz.
Faço muita besteira tentando acertar. E, às vezes, eu nem quero acertar... Só quero deixar ali aquela dor, aquela angústia que me sufoca... Aquela dor que me diz,  mentindo, que eu não posso... Ou que não sou capaz...

Eu gosto da ação. Do movimento. Da atitude. Não espero as borboletas posarem em meu jardim, não. A paciência é uma virtude que nunca tive. Eu planto as flores, as rego, as cuido, tentando deixá-las muito atraentes para as borboletas. Mas, se estas borboletas não vêem ahhhh... Eu vou atrás delas.

E o bom é perceber que é no caminho em busca delas que vive a felicidade.

Só sabe e conhece o gosto doce de vitória, quem um dia, já experimentou o gosto amargo da derrota. E só conhece vitória ou derrota, quem um dia lutou.
Débora Andrade